O liquidação T+2 (agora T+1) foi concebida em torno de certificados em papel e reconciliação manual. A indústria financeira passou para sistemas eletrónicos, mas manteve o mesmo atraso.
O T+0 tem sido o objetivo declarado há anos. A barreira sempre foi a infraestrutura de liquidação.
A liquidação em cadeia altera a arquitetura. A execução de negociações e a liquidação tornam-se um único evento atómico. Sem atraso. Sem janela de exposição a contraparte.
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