Treinar robôs humanoides apenas com teleoperação não vai escalar, diz @startupjag CEO da Rhoda AI. Diferente dos carros autônomos – que basicamente têm quatro atuadores (esquerda, direita, acelere e diminua a velocidade) e operam em um único ambiente (a estrada) – os robôs humanoides são completamente diferentes: "Você está lidando com toda a destreza de uma mão humana - 20 graus de liberdade por mão. Cada objeto é diferente. Cada tipo de tarefa é diferente." O problema não é apenas a quantidade de dados – o maior problema é a diversidade dos dados, e é por isso que muitas demonstrações de robôs humanoides terão dificuldade para se adaptar ao mundo real: "Se todos os dados que você tem são dados que você coletou intencionalmente, então você quase por definição não viu os casos de canto. Você não viu todos aqueles cenários de limite que causam falha." Jagdeep diz que a teleoperação é útil para ajustar o comportamento dos robôs, mas para o pré-treinamento, é completamente inadequada.