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Por anos, os pagamentos em criptomoedas tiveram um problema pequeno, mas frustrante.
Antes mesmo de poder enviar dinheiro na maioria das blockchains, primeiro é preciso comprar e manter o token nativo da rede só para pagar as taxas de gás.
Para nativos de cripto, isso pode parecer um passo menor.
Mas para usuários comuns?
É uma grande barreira para a adoção.
É exatamente isso que o Protocolo 10 em @Concordium foi projetado para resolver.
O Protocolo 10 foi oficialmente ativado na #Concordium Mainnet (10 de março de 2026), marcando um marco importante na evolução da rede.
Sua principal inovação são as taxas de transação patrocinadas.
A ideia é simples, mas poderosa:
As taxas de transação não estão mais vinculadas ao remetente.
Isso significa que aplicativos, empresas ou provedores de serviços podem cobrir as taxas de transação em nome dos usuários. Como resultado, as pessoas podem interagir com aplicativos blockchain sem precisar comprar ou manter o token nativo primeiro.
Essa única mudança elimina um dos maiores pontos de atrito na usabilidade do blockchain.
Os usuários têm uma experiência mais suave, enquanto desenvolvedores podem criar aplicativos que se sintam muito mais próximos dos produtos Web2 com os quais as pessoas já estão familiarizadas.
1/
UM FIO ✍️

2/ Antes do Protocolo 10:
▫️Você quer enviar um token
▫️Você deve $CCD para pagar a taxa de combustível
▫️Mesmo que você use apenas stablecoins, $CCD ainda é obrigatório
Após o Protocolo 10:
➠ Um patrocinador pode cobrir a taxa de transação
➠ O usuário só precisa assinar a transação
➠ O patrocinador paga a taxa da rede
O resultado?
Os usuários não precisam mais segurar $CCD apenas para concluir uma transação.
Isso elimina um dos pontos de atrito mais comuns nos pagamentos por blockchain e torna a experiência muito mais fácil para os usuários comuns interagirem com aplicativos na rede.
Imagine assinar um pagamento com stablecoin sem comprar tokens voláteis antes. As taxas são fixas por decreto (€0,01–€0,02), previsíveis e aplicadas ao protocolo, impedindo o reuso ou o desapego de compromissos.

3/ Do ponto de vista técnico, o projeto é intencional e seguro.
Cada transação patrocinada inclui dois compromissos criptográficos:
➠ O remetente assina a ação que deseja realizar.
➠ O patrocinador assina um compromisso para cobrir a taxa de transação.
Esse compromisso de taxa está diretamente vinculado à carga útil da transação, o que significa que não pode ser reutilizado, alterado ou separado da transação.
O resultado é um sistema que oferece maior flexibilidade para aplicações e usuários, mantendo ainda fortes garantias de segurança no nível do protocolo.
Para pagamentos e aplicativos, isso muda o jogo: os clientes pagam com stablecoins sem esforço, sem saldos de CCD interrompendo os fluxos.
Os aplicativos podem integrar transferências de tokens de forma fluida, possibilitando envios peer-to-peer, experiências bloqueadas por tokens e operações de alto volume sem que os usuários enfrentem barreiras de taxas.
O Web3 finalmente parece previsível!

4/ Por que isso importa tanto?
Porque o atrito com gás tem retardado a adoção do Web3 por anos.
Pense em um novo usuário tentando um aplicativo de pagamento em criptomoedas.
Em vez de simplesmente fazer um pagamento, muitas vezes eles precisam de:
➠ Configurar uma carteira
➠ Comprar o token nativo da rede
➠ Mantenha tokens extras só para cobrir as taxas de combustível
➠ Lidar com custos de transação flutuantes
Esse processo pode parecer normal para usuários experientes de criptomoedas.
Mas para alguém novo, pode ser confuso e desanimador.
Transações patrocinadas removem toda essa camada de atrito.
Os usuários podem interagir com aplicativos sem se preocupar com tokens de gás, fazendo com que os pagamentos em blockchain pareçam muito mais próximos da simplicidade que as pessoas esperam dos aplicativos digitais do dia a dia.
5/ Agora imagine o mesmo fluxo de pagamento com o Protocolo 10.
O usuário abre um aplicativo e paga com uma stablecoin.
Nos bastidores:
➠ O aplicativo ou comerciante patrocina a taxa de transação
➠ O usuário simplesmente assina a transação
➠ O pagamento é liquidado na cadeia
O usuário não precisa se preocupar com gás.
Eles nem precisam segurar $CCD.
A experiência se aproxima muito mais do uso do Apple Pay ou de um pagamento comum com cartão, em vez do processo complexo que as pessoas costumam associar às transações tradicionais em criptomoedas.
6/ Esta atualização é especialmente importante para stablecoins e pagamentos a comerciantes.
#Concordium introduziu anteriormente tokens em nível de protocolo, permitindo que emissores regulados lançassem stablecoins diretamente na camada do protocolo.
Agora, com o Protocolo 10:
✔️Os clientes podem pagar diretamente com stablecoins
✔️Comerciantes ou aplicativos patrocinam a pequena taxa da rede
✔️As transações permanecem rápidas, previsíveis e de baixo custo
Isso cria uma experiência de pagamento muito mais tranquila, onde os usuários podem simplesmente pagar com o ativo que já possuem, enquanto as empresas cuidam da infraestrutura de backend.
7/ Para comerciantes e aplicações de consumo, isso desbloqueia uma experiência de usuário muito mais fluida.
Os aplicativos agora podem:
☑️ Taxas de patrocínio ao integrar novos usuários
☑️ Ofereça transações sem gás
☑️ Simplificar as interações com carteiras
☑️ Habilitar fluxos de pagamento com um clique
Desenvolvedores podem até optar por patrocinar taxas por recursos específicos dentro de seus aplicativos, tornando as interações com blockchain quase invisíveis para o usuário.
E esse é um grande avanço para a adoção do consumidor na Web3.
8/ Mas o Protocolo 10 é apenas parte da história.
Ela completa a infraestrutura mais ampla PayFi (Pagamentos + Finanças) da Concordium, construída por meio de uma série de atualizações de protocolo.
Cada atualização estabeleceu uma base importante.
Veja como a pilha se monta:
➠ Protocolo 8 (P8)
Focado na confiabilidade da rede e estabilidade do validador, garantindo produção consistente de blocos e finalização rápida.
Isso criou uma base sólida para infraestrutura de nível de pagamento.
➠ Protocolo 9 (P9)
Introduziu tokens em nível de protocolo, permitindo ativos digitais compatíveis e stablecoins diretamente na camada de protocolo.
Essas atualizações lançaram as bases para um sistema onde ativos regulados e pagamentos reais podem operar eficientemente on-chain.
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