Esse debate é fascinante. Tive a sensação de que o Beff ficaria totalmente bem com um enxame de Dyson sem alma de inteligência zumbi substituindo a humanidade – desde que ele absorva mais energia, é bom. Esse é um arremesso difícil. Eu não quero isso. Quero que a chama da humanidade persista. A visão d/acc de Vitalik é mais humanista, preservando as preferências de mais pessoas, há a sensação de que podemos preservar a alma da humanidade através do horizonte de eventos da singularidade, mantendo o que é belo enquanto abraçamos o novo. A ideologia de Beff é mais darwiniana. A humanidade sobreviverá, mas somente se conquistar a sobrevivência. Adapte-se ou se torne irrelevante, funda-se com a IA, torne-se mais inteligente ou seja superado e morra. Talvez o Beff esteja certo – esse jogo todo é sobre reduzir a entropia. Mas me pego sentindo que há mais, torcendo para que haja mais. Quando ouço o tom forte do e/acc, minha reação instintiva é sempre "ok, mas de que lado você está?"